sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Livro Boa Nova: Jesus exemplifica fé e humildade na última ceia

  1. E qual a principal lição da Última Ceia?
  2. a)   O sacrifício próprio para obter a verdadeira vitória;
    b)   Deixar de lado todos os interesses pessoais, em benefício do próximo, inclusive a própria vida;
    c)    Muito embora o sacrifício da vida seja muito raro, ainda pudemos ver Ghandi, Luther King e outros, que tiveram suas vidas exigidas para se saírem vitoriosos;
    d)   Só a Caridade e a Humildade podem nos dar tal poder.

  3. Após explicar a transitoriedade das vitórias humanas, obtidas pela violência, diz o Mestre: “(…) vim de meu Pai para ensinar como triunfam os que tombam no mundo, cumprindo um sagrado dever de amor, como mensageiros de um mundo melhor, onde reinam o bem e a verdade.”
  4. a)   Vamos levar em consideração que Jesus também estava dando o exemplo para os que o seguiriam de perto, no sacrifício pela sua causa;
    b)   Se hoje não há mais a necessidade do sacrifício da vida, não parece que está sendo mais fácil vencer nossos defeitos;
    c)    Todo o desequilíbrio que causamos em nosso planeta mostra, de maneira forte, o quanto ainda somos orgulhosos e egoístas;
    d)   Felizmente, porém, esta situação não demandará muito tempo para se modificar, pois já entramos no Ciclo de Regeneração;
    e)    E para seu próprio bem, os que não quiserem se modificar serão exilados do planeta Terra.

  5. Seguindo com suas explicações, inclusive da traição que sofreria, Jesus é interrompido por Tiago, que pergunta: “Mas, afinal, onde está Deus que não conjura semelhante perigo?”
  6. a)   Tiago mostra o quanto os discípulos ainda não entendiam Jesus;
    b)   Chamando a atenção de Tiago sobre a inconveniência de tal pergunta, explica o Mestre Divino: “Uma das maiores virtudes do discípulo do Evangelho é o de estar sempre pronto ao chamado da providência divina. Não importa onde ou como seja o testemunho de nossa fé”;
    c)    Jesus sempre ensinou que a vontade do Pai é sempre sábia e a melhor;
    d)   E mesmo que ainda não possamos entendê-la, devemos aceitá-la, pois será o melhor para nós;
    e)    O Mestre não só pregou isso, mas exemplificou, entregando a própria vida no Calvário;
    f)     Pois se ele, que era puro e livre de qualquer resgate, não titubeou em seguir a vontade de Deus, o que dizer de nós?
    g)   Essa é uma atitude que supera a própria fé: uma atitude de confiança em Deus, que nos dá a certeza do que estamos fazendo, mesmo sem entender direito por quê;
    h)   Jesus explica também aos discípulos que seu exemplo seria importante para a posteridade;
    i)     Com isso ele também ensinou que o trabalho de evolução é nosso.

  7. E o significado do pão e do vinho na Última Ceia?
  8. a)   Diferente do que ensina até hoje a Igreja, Jesus diz a esse respeito:
    “Este pão significa o banquete do Evangelho; este vinho é o sinal do espírito renovador dos meus ensinamentos. Constituirão o símbolo de nossa comunhão perene, no sagrado idealismo do amor, com que operaremos no mundo até o último dia. Todos os que partilharem conosco, através do tempo, deste pão eterno e desse vinho sagrado da alma, terão o espírito fecundado pela luz gloriosa do Reino de Deus, que representa o objetivo santo de nossos destinos.”
    b)   Eis o banquete que o Evangelho nos proporciona;
    c)    Jesus também mostra a necessidade de o Evangelho ser reconhecido como doutrina universal de paz, equilíbrio, fraternidade e amor;
    d)   Mas apesar de tudo, os discípulos ficaram discutindo para ver quem seria o maior nesse Reino dos Céus, demonstrando o quão pouco entendiam Jesus.

  9. E este é um dos momentos mais importantes do Evangelho. É quando Jesus se veste como um humilde escravo e lava os pés dos apóstolos: “Vós me chamais Mestre e dizeis bem, porque eu o sou. Se eu Mestre, vos lavo os pés, deveis igualmente lavar os pés uns dos outros no caminho da vida, porque no Reino do Bem e da Verdade o maior será sempre aquele que se faz sinceramente o menor de todos.”
a)   Eis um ensino sobre Humildade que venceu os séculos;
b)   Perfeito em todos os sentidos, como só poderia ser, vindo de Jesus;
c)    Quando todos nos sentirmos o menor de todos, ninguém se sentirá maior que ninguém;
d)   E o respeito será tão absoluto entre nós, que nem de direitos precisaremos ―todos pensarão tanto em seus próprios deveres, que isso garantirá, automaticamente, os direitos de todo

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

No horto, Jesus ensina porque fazer a vontade de Deus

Continuando o estudo do livro “Boa Nova”, de Humberto de Campos (Espírito), temos a oração que Jesus faz ao final da última ceia, e depois a do Horto, e explicações do porquê dos fatos.

Acompanhe conosco o estudo do livro Boa Nova capítulo a capítulo

  1. Em sua oração o Mestre diz: “Glorifiquei-te na Terra, testemunhei tua magnanimidade e sabedoria e consumo agora a obra que me confiaste. Neste instante, pois, meu Pai, ampara-me com a luz que me deste, muito antes que este mundo existisse!…”
  2. a)   Aqui Jesus mostra a grandeza do Pai: seu amor e sabedoria, em tudo o que faz para nós;
    b)   Ou seja, Jesus nos mostra o Deus Amor;
    c)    Quando diz: “ampara-me com a luz que me deste, muito antes que este mundo existisse”, Jesus deixa claro que já era um Espírito Crístico antes de a Terra existir;
    d)   Ao pedir amparo, deixa claro que não é Deus, pois mostra com isso a superioridade do Pai;
    e)    Nada de Santíssima Trindade.

  3. Depois diz o Mestre: “…por pertencerem só a ti, de cujo amor viemos todos para regressar à tua magnanimidade e sabedoria, quando houvermos edificado o bom trabalho e vencido na luta proveitosa.”
  4. a)   Mais uma vez Jesus se coloca como criatura, e não como Criador, que é único;
    b)   O Mestre confirma também que todos um dia seremos perfeitos.

  5. Mais a frente diz nosso Amigo: “Pai justo, o mundo ainda não te conheceu; eu, porém, te conheci e lhes fiz conhecer teu nome e a tua bondade infinita, para que o amor com que me tens amado esteja neles e eu com eles esteja”.
  6. a)   Aqui Jesus explicita a realidade do amor que Deus tem por todos nós;
    b)   E quem ama de forma suprema nunca castiga, mas corrige;
    c)    O amor de Deus estar em nós significa saber que o Pai nos ama;
    d)   E Jesus estar conosco quer dizer que seu exemplo ficaria em nosso coração, para que amássemos uns aos outros como ele nos ama;
    e)    Ao dizer que o mundo ainda não conheceu o Pai, Jesus também esclarece que, antes dele, nossa visão de Deus era errada;
    f)     E essa visão se manteve até hoje por causa das distorções mitológicas que as religiões implantaram no Cristianismo;
    g)   Por isso Jesus previra a vinda de um outro Consolador, o Espírito da Verdade, que restabeleceria seus ensinos;
    h)   O Espírito da Verdade já iniciou seu trabalho com Allan Kardec e Chico Xavier, maiores tradutores da Revelação Espírita;
    i)     E o Consolador prometido continuará seu trabalho, estabelecendo no plano físico o Mundo de Regeneração;
    j)     Daí a urgente necessidade de eliminar a mitologia de nossa visão do Pai, guiando-nos pelos Atributos de Deus, de acordo com a visão que Jesus mostra na oração.

  7. Em seguida, o autor espiritual narra o fato de os discípulos terem dormido, enquanto Jesus orava no Horto. Descreve também como todos abandonaram Jesus.
a)   Mas o Mestre dá o perfeito exemplo de como aceitar os desígnios de Deus com relação a nós;
b)   Mostra-nos que todos temos nossos instantes de testemunhos solitários;
c)    São os momentos em que temos que mostrar nossa compreensão de que a vontade do Pai é sempre a melhor, nunca nos revoltando;
d)   João, que era um dos discípulos que mais amava o Mestre, não entendia porque dormira no momento da oração;
e)    Uma noite Jesus lhe aparece com todo seu resplendor, e explica:
f)     “João, a minha soledade no Horto é também um ensinamento do Evangelho e uma exemplificação! Ela significará, para quantos vierem em nossos passos, que cada Espírito na Terra tem de ascender sozinho ao Calvário de sua redenção, muitas vezes com a despreocupação dos seres mais amados do mundo. Em face dessa lição, o discípulo do futuro compreenderá que a sua marcha tem que ser solitária, uma vez que seus familiares e companheiros de confiança se entregam ao sono da indiferença! Doravante, pois, aprendendo a necessidade do valor individual no testemunho, nunca deixes de orar e vigiar!”
g)   É preciso entender em definitivo que quem está gravemente doente tem que ir para o hospital, e lá tomar as medicações que precisa para se curar;
h)   A Terra, como planeta-hospital, propicia a todos os melhores medicamentos para curar nossas doenças morais;
i)     E o método para que a cura venha mais depressa e com menos dor é colocarmos nos remédios ―os momentos de dificuldade― o mel de nossa prática do amor ao próximo, sem melindres.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Aconteceu...


Em 22/02/2014, aconteceu o segundo encontro do ano com as nossas especiais crianças.

Como sempre, às catorze horas e trinta minutos, a equipe já estava com o salão organizado para receber nossas crianças. Fizemos nossa prece inicial, sendo que, mentalmente, cada um mantinha sua conversa com Jesus. Comentamos sobre assuntos rotineiros tratados com a direção do Grupo Espírita “Tudo por Jesus”, lemos e comentamos uma entrevista com Richard Simonetti sobre a “festa junina” na Casa Espírita (artigo foi encontrado num momento de estudo). Ficou como desafio para a equipe: programar nossa festa junina, uma vez que no mês de junho teremos apenas um encontro. A Marileia informou-nos que há alguns meninos que estão dispostos a irem a um de nossos encontros para fazer uma apresentação musical para nossas crianças. Serão muito bem recebidos.

 Com a chegada da Danyla, Ana Júlia, Marina, Sabrina, Thaís e Thomás, demos início as atividades da aula 03 programada pela Luana. Os objetivos desta aula consistem em trabalhar a flexibilidade, agilidade, atenção e estabelecer relação entre o adulto e a criança e entre as crianças. Acredite!  A pequenina Ana Júlia fez as atividades. Cada criança realiza as atividades de acordo com suas características próprias. Acontecendo de alguma criança não apresentar disposição para o desenvolvimento da atividade, logo nossos companheiros de equipe procuraram convencê-la a realizar a atividade ou proporciona a ela outra atividade. É interessante que ao final de cada programação temos a criança de retorno ao grupão. Precisamos lembrar que o trabalhador ao fazer outra atividade com a criança, sempre cria um momento de muito afeto, verdadeira sintonia... (Essas reticências deixo aqui para que cada trabalhador possa se lembrar, ao ler este relato, de seu intimo e grande momento de doação.) Esses momentos também são capturados pelo Júlio e sua máquina fotográfica.

 Logo a seguir, ao som de músicas orquestradas infantis, tivemos a atuação da Elzira.  Elzira com muito amor programou e informou ao grupo antecipadamente como seria o desenvolvimento da atividade. O objetivo deste fabuloso momento consistia em gerar sintonia, segurança, confiança entre o adulto e a criança através do afeto. Elzira trabalha com o método Braga que visa estimular habilidades motoras para atender atividades da vida diária; adquirir independencia de acordo com limitações do estado físico e mental; incentivar e aperfeiçoar as habilidades já adquiridas dentre outras seqüência necessárias na vida de nossos pequenos. As atividades aconteceram trazendo a tona a sensibilidade existente em nossas crianças. Elzira e equipe alcançaram os objetivos programados.

Nesta tarde, a Marileia nos apresentou a Dona Terezinha. Dona Terezinha é uma maravilhosa contadora de histórias. Trouxe para nós uma nova versão da música: Atirei o pau no gato. Agora conhecida por: Não atire o pau o gato. Entre músicas e histórias, dona Terezinha agradava as crianças com um salgadinho ou um bombom. Tivemos crianças cantando, imitando sons produzidos por animais, falando parte da história e batendo muitas palmas. Foi show e harmonia. Esperamos ter D. Terezinha conosco em outros encontros.

Dani e Kellen desenvolviam habilidades e criatividades com as mães das crianças. Entre conversas e risos elas concluíram a capa do livro de receita que estarão elaborando. Dentre tantos objetivos, a criação do livro tem por objeto aprimorar a convivência, criar parceria e, claro, relaxamento. Estive próxima a sala ocupada por elas e fiquei feliz com alegria e espontaneidade que rolava por lá. E olhem que, desta sala elas conseguem ouvir todo barulho que fazemos lá no salão.

Já no finalzinho, as crianças lavaram as mãos, lancharam, cantaram parabéns para a Marina que aniversariou no último dia dezoito.

Após a prece final, nós da equipe colocamos as cadeiras nos lugares e fizemos a apreciação do encontro.

Ao final de cada encontro me sinto bem. Nesta tarde fiquei ainda mais feliz, pois achei a equipe mais do que nunca amiga e amando as nossas crianças. Aos presentes, agradeço. As pessoas que não puderam ir, também agradeço, pois sei que vibraram por nós.

Agradeço sempre, porque sem vocês eu não teria a oportunidade de trabalho. O trabalho na casa espírita proporciona momentos de reflexão. Através deste trabalho, de todo trabalho útil, são possíveis mudanças de postura e conseqüentemente o nosso crescimento. A equipe espiritual que se faz presente, eterna gratidão!

Flora