sábado, 8 de março de 2014
Pai Nosso - Cap 1 - Mei Mei Chico Xavier
sexta-feira, 7 de março de 2014
Encontro Com as Crianças!
quinta-feira, 6 de março de 2014
A decisão

Charles Chaplin não
foi somente um grande comediante, criativo, que nos legou peças raras do
cinema. Soube legar mensagens de piedade, compaixão, mesmo numa época em que o
cinema era mudo.
Servindo-se da
possibilidade que detinha, criou o personagem “Carlitos”, doce, ingênuo e
trapalhão, tudo ao mesmo tempo. Contudo, com um detalhe indiscutível: uma
imensa capacidade de amar.
Sabendo tecer
críticas sem se tornar agressivo, Charles Chaplin legou ao mundo um acervo
considerável de peças cinematográficas, até hoje vistas e revistas.
Mas, não somente
fez cinema. Como ser humano, desde cedo, sofreu muito, vivenciando na infância a
dor da orfandade paterna e a doença mental de sua mãe.
Triunfando, apesar
de todas as adversidades, ele escreveu belas páginas, e uma delas fala
exatamente em como superar os obstáculos da vida. Chama-se a decisão, e diz
assim:
“Hoje levantei cedo
pensando no que tenho a fazer, antes que o relógio marque meia noite. É minha
função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar
porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste
por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças
evitando o desperdício.
Posso reclamar
sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso queixar dos
meus pais por não terem me dado tudo o que queria, ou posso ser grato por ter
nascido.
Posso reclamar por
ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas de casa ou agradecer a
Deus por ter onde morar.
Posso lamentar decepções com os amigos ou me entusiasmar com
a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por
ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende
de mim.”
***
Você já parou para pensar em como pode decidir pela sua
felicidade ou infelicidade, a cada dia? Já se deu conta de que tudo depende da
forma como você encara o que acontece?
Há momentos na sua
vida, que você desperdiça, e passa na inutilidade ou na reclamação.
Momentos que podem se transformar em aflições ou em
alegrias.
Num momento você pode resolver vencer ou se entregar à
derrota; libertar-se das velhas fórmulas de queixas ou prosseguir acabrunhado e
triste.
Lembre-se: a cada segundo você pode decidir o momento
seguinte. Por isso, resolva-se pela escolha da melhor parte, porque este é seu
momento de decisão.
Equipe de redação do Momento Espírita, a partir da mensagem
de autoria atribuída a Charles Chaplin, denominada “A decisão” e do Livro
Momentos de decisão, de Divaldo Franco, Ed. LEAL

quarta-feira, 5 de março de 2014
Ajuda-te hoje
Sim, nas leis da reencarnação, quase todos nós, os filhos da Terra, temos o passado a resgatar, o presente a viver e o futuro a construir.
Lembremo-nos, assim, de que, nas concessões da Providência Divina, o nosso mais precioso lugar de trabalho chama-se "aqui" e o nosso melhor tempo chama-se "agora".
Detenhamo-nos, por isso, na importancia das horas de hoje.
Ontem, pertubação.
Hoje, reequilíbrio.
Ontem, o poder transviado.
hoje, a subalternidade edificante.
Ontem, a ostentação.
Hoje, o anonimato.
Ontem, a incompreensão.
Hoje, o entendimento.
Ontem, o desperdício.
Hoje, a parcimônia.
Ontem, a ociosidade.
Hoje, a diligência.
Ontem, a sombra.
Hoje, a luz.
Ontem, o arrependimento.
Hoje, a reconstrução.
Ontem, a violência.
Hoje, a harmonia.
Ontem, o ódio.
Hoje o amor.
Diz -nos a sabedoria de todos os tempos- " Ajuda-te que o céu te ajudará"-, afirmativa sublime que nos permitimos parafrasear, acentuando: Ajuda-te hoje, que o céu te ajudará sempre".
André Luiz ( Chico Xavier) Coragem - CEC
Lembremo-nos, assim, de que, nas concessões da Providência Divina, o nosso mais precioso lugar de trabalho chama-se "aqui" e o nosso melhor tempo chama-se "agora".
Detenhamo-nos, por isso, na importancia das horas de hoje.
Ontem, pertubação.
Hoje, reequilíbrio.
Ontem, o poder transviado.
hoje, a subalternidade edificante.
Ontem, a ostentação.
Hoje, o anonimato.
Ontem, a incompreensão.
Hoje, o entendimento.
Ontem, o desperdício.
Hoje, a parcimônia.
Ontem, a ociosidade.
Hoje, a diligência.
Ontem, a sombra.
Hoje, a luz.
Ontem, o arrependimento.
Hoje, a reconstrução.
Ontem, a violência.
Hoje, a harmonia.
Ontem, o ódio.
Hoje o amor.
Diz -nos a sabedoria de todos os tempos- " Ajuda-te que o céu te ajudará"-, afirmativa sublime que nos permitimos parafrasear, acentuando: Ajuda-te hoje, que o céu te ajudará sempre".
André Luiz ( Chico Xavier) Coragem - CEC
terça-feira, 4 de março de 2014
Capítulo 10 - Livro Boa Nova
No capítulo 10 do livro “Boa Nova”, de Humberto de Campos, o autor começa relatando os problemas que Jesus teve quando foi pregar o Evangelho em Nazaré, a cidade onde viveu.
Nessa época, Jesus já estava conhecido, bem como o que ele pregava. E isso chamou a atenção dos judeus ortodoxos da época, pois eles receavam o conceito de igualdade pregado pelo Mestre. Com isso criaram uma série de tumultos durante as pregações de Jesus, impedindo que ele as continuasse.
Pregando a mansidão, Jesus nunca poderia entrar em conflito com quem quer que fosse. Seus discípulos ainda não entendiam isso, e se irritavam com a calma do Mestre, chegando a discutir entre si. Exatamente como fazem algumas religiões hoje, quando criticam o trabalho de outros sem a devida análise.
- Evitando maiores problemas, Jesus mandou que todos seus discípulos se retirassem de Nazaré. Mesmo assim, eles continuaram irritados, por não entenderem a reação do Mestre e, alguns dias depois, procuraram Jesus e explicaram o motivo dos revides dados aos ofensores, ao que Jesus respondeu: “Acaso poderemos colher uvas em espinheiros?”
- Jesus explica como deve ser a resposta aos opositores: “Procurei ensinar que a melhor réplica é sempre a do nosso próprio trabalho, do esforço útil que nos seja possível”.
- Ao dizer que “não deixou de operar em sua esfera de ação”, fazendo o melhor possível, o Mestre deixa claro que a única coisa possível é o exemplo do não-conflito.
- Reafirmando a inutilidade das discussões com os opositores, diz Jesus: “De que serviriam as longas discussões públicas, inçadas de doestos e zombarias?”
- O Mestre explica que atitudes de discussão entre opositores reduzem a oportunidade do esclarecimento pelo amor, aumentando a separatividade com o consequente ódio.
- Após as orientações do Mestre sobre evitar discussões infrutíferas com opositores , Felipe exclama, quase com mágoa, que falavam mal de Jesus. E o Mestre lhe dá uma resposta muito importante: “Mas não será vaidade exigirmos que toda gente faça de nossa personalidade elevado conceito?”
- Fortificando a lição de que não devemos ser vaidosos exigindo que todos compreendam nosso ponto de vista e explicando que “nem sempre constitui bom atestado da nossa conduta o falarem todos bem de nós”, diz Jesus: “Agradar a todos é marchar pelo caminho largo, onde estão as mentiras da convenção“.
- Jesus explica que, mesmo ao custo do conceito que fazem de nós, “… antes dele necessitamos obter a aprovação da consciência, dentro de nossa lealdade para com Deus”.
- Como saber se estamos sendo leais a Deus ao respeitar o ponto de vista dos opositores?
- Quando Pedro pergunta se nunca deve usar palavras enérgicas e justas, Jesus diz: “Em toda circunstância, convém naturalmente que se diga o necessário, porém, é também imprescindível que não se perca tempo”.
- Quando Felipe pergunta sobre o destino do Evangelho, se os próprios discípulos entraram em discussão, Jesus pergunta: “Já edificaste o reino de Deus no íntimo do teu Espírito?”
- O Mestre Amigo explica que em um colegiado qualquer, só não haverá quem cometa erros quando todos forem perfeitos. A presença de um único imperfeito, já tornaria o próprio colegiado imperfeito, pela possibilidade de haver esse único que erre.
- Jesus nos mostra a necessidade do perdão, dizendo que devemos perdoar e esquecer as ofensas de todos os que discordam de nós, pacificamente ou não. Mostra que se às vezes um companheiro nos parece insuportável, nós também poderemos sê-lo. Quando Pedro pergunta se devemos esperar que o inimigo se arrependa para perdoá-lo, eis o que Jesus diz: “O perdão não exclui a necessidade da vigilância, como o amor não prescinde da verdade”.
- Concluindo a lição sobre a importância do perdão, diz Jesus: “…mas em nenhuma circunstância cogites de saber se o teu irmão está arrependido. Esquece o mal e trabalhe pelo bem (…) Ninguém pode ir a Deus com um sentimento de odiosidade no coração. Não podemos saber se o nosso adversário está disposto à conciliação; todavia, podemos garantir que nada se fará sem a nossa boa-vontade e pleno esquecimento dos males recebidos”.
a) Aqui nosso Mestre mostra que nunca devemos forçar o aprendizado de ninguém;
b) É preciso sempre respeitar a velocidade de todos em seu aprendizado;
c) Com nosso livre-arbítrio, só aprenderemos e nos modificaremos quando quisermos;
d) Diz Jesus: “De modo algum me empenharia em Nazaré numa contradita estéril com meus opositores”;
e) Contradita estéril, ou seja, que não daria nenhum resultado;
f) Tentar forçar a vontade de alguém sempre será desperdício de tempo e de trabalho.
a) Esforço útil possível é aquilo que esteja ao nosso alcance, feito sempre em busca do bem, respeitando a velocidade do próximo, como queremos a nossa respeitada;
b) Mostrar pelo exemplo de nosso esforço no bem, ao invés de discutir, será sempre a melhor tática.
b) Mostrar pelo exemplo de nosso esforço no bem, ao invés de discutir, será sempre a melhor tática.
a) Quando não há o que fazer, o melhor é o silêncio e a oração;
b) Visto que, com certeza, Deus sempre ajudará a resolver os problemas da melhor maneira para todos.
b) Visto que, com certeza, Deus sempre ajudará a resolver os problemas da melhor maneira para todos.
a) Quando todo mundo quer ter razão, todo mundo está errado;
b) Daí a necessidade da busca da verdade, pois que ela não pode ser imposta, mas aceita.
b) Daí a necessidade da busca da verdade, pois que ela não pode ser imposta, mas aceita.
a) Quanto mais nossa vaidade nos força a impor nosso ponto de vista, mais a vaidade alheia se reforça, gerando intermináveis conflitos;
b) Só o comportamento humilde, do não-conflito, encaminhará a situação para a solução mais apropriada;
c) É preciso dizer apenas o que nosso comportamento possa comprovar, na ação do bem;
d) Senão, como diz Paulo de Tarso, seremos como um sino que só faz barulho.
b) Só o comportamento humilde, do não-conflito, encaminhará a situação para a solução mais apropriada;
c) É preciso dizer apenas o que nosso comportamento possa comprovar, na ação do bem;
d) Senão, como diz Paulo de Tarso, seremos como um sino que só faz barulho.
a) Se nosso Mestre deixou claro que não satisfaria todo mundo, quem somos nós para fazê-lo?
b) Mais grave ainda que achar que deveríamos ser admirados por todos é tentar impor nossa opinião. Seria o máximo da vaidade.
b) Mais grave ainda que achar que deveríamos ser admirados por todos é tentar impor nossa opinião. Seria o máximo da vaidade.
a) Eis onde nossa vaidade pode nos levar: quantos conflitos para nós e para os outros podemos criar?
b) E o pior é entrarmos justamente pelo caminho do qual devemos fazer todo esforço para sair.
c) Veja a importância da Humildade.
b) E o pior é entrarmos justamente pelo caminho do qual devemos fazer todo esforço para sair.
c) Veja a importância da Humildade.
a) Tentar esclarecer ou alertar alguém é nossa obrigação;
b) Aceitar ou não é parte da consciência do outro, não da nossa;
c) Antes de tentar forçar alguém, vamos pensar: gostaríamos que ele estivesse nos forçando?
d) A resposta é sempre não; logo, também não devemos fazer com os outros;
e) A paciência e o trabalho silencioso são, em muitos destes casos, o remédio mais acertado para a situação.
b) Aceitar ou não é parte da consciência do outro, não da nossa;
c) Antes de tentar forçar alguém, vamos pensar: gostaríamos que ele estivesse nos forçando?
d) A resposta é sempre não; logo, também não devemos fazer com os outros;
e) A paciência e o trabalho silencioso são, em muitos destes casos, o remédio mais acertado para a situação.
a) Em primeiro, lembrando que se fosse o melhor forçar a vontade de alguém, Deus o faria —e com infinitos meios, muito melhores que os nossos;
b) Mas a maior prova de que Deus não acha que forçar a vontade é o melhor é a Lei do Livre-Arbítrio;
c) Pela Lei do Livre-Arbítrio, Deus respeita integralmente a nossa vontade, e permite até que discordemos dele;
d) Se ele não força ninguém, qual de nós teria o mínimo direito de fazê-lo?
b) Mas a maior prova de que Deus não acha que forçar a vontade é o melhor é a Lei do Livre-Arbítrio;
c) Pela Lei do Livre-Arbítrio, Deus respeita integralmente a nossa vontade, e permite até que discordemos dele;
d) Se ele não força ninguém, qual de nós teria o mínimo direito de fazê-lo?
a) Ou seja, alertar é sempre necessário;
b) Insistir, quando não querem ouvir, é perda de tempo.
b) Insistir, quando não querem ouvir, é perda de tempo.
a) Novamente Jesus explica que só ensina quem já aprendeu;
b) É por isso que nunca podemos ditar regras de moral a ninguém;
c) Só poderemos fazê-lo pelo exemplo, pois aí significa que aprendemos;
d) Note-se ainda a expressão enérgica de Jesus.
b) É por isso que nunca podemos ditar regras de moral a ninguém;
c) Só poderemos fazê-lo pelo exemplo, pois aí significa que aprendemos;
d) Note-se ainda a expressão enérgica de Jesus.
a) Sem dúvida, essa foi a maior razão pela qual Jesus não escreveu nada do que ensinou —era preciso respeitar nossa imperfeição;
b) Pois tudo o que ele escrevesse seria perfeito, e não mais teríamos que nos esforçar para aprendermos e desenvolvermos nossa vontade própria;
c) Mas se assim fosse, Deus nos teria criado perfeitos;
d) Sem isso, Jesus não estaria sendo leal a Deus;
e) Porém, através da Caridade, Jesus nos ensina a acertar, desde que livremente estejamos querendo praticá-la;
f) E é por isso que o exemplo é sempre o melhor caminho para ensinarmos;
g) Com ele nunca estaremos forçando ninguém, pois só nos imita quem quer;
h) Caridade é, portanto, a solução perfeita que Deus colocou em nosso caminho;
i) Com ela, mesmo sendo imperfeitos, nunca erramos.
b) Pois tudo o que ele escrevesse seria perfeito, e não mais teríamos que nos esforçar para aprendermos e desenvolvermos nossa vontade própria;
c) Mas se assim fosse, Deus nos teria criado perfeitos;
d) Sem isso, Jesus não estaria sendo leal a Deus;
e) Porém, através da Caridade, Jesus nos ensina a acertar, desde que livremente estejamos querendo praticá-la;
f) E é por isso que o exemplo é sempre o melhor caminho para ensinarmos;
g) Com ele nunca estaremos forçando ninguém, pois só nos imita quem quer;
h) Caridade é, portanto, a solução perfeita que Deus colocou em nosso caminho;
i) Com ela, mesmo sendo imperfeitos, nunca erramos.
a) Jesus não diz que é preciso ser manso como o cordeiro, mas astuto como a serpente?
b) É claro que devemos nos resguardar contra o engodo e a hipocrisia, contra a má intenção dos outros;
c) Mas sempre lembrando que estamos buscando a verdade dos fatos para nos protegermos, e nunca querendo retribuir o “mal”;
d) Lembrando também que o “mal”, mais do que perdoado, deve ser esquecido;
e) Pois enquanto estivermos nos lembrando do “mal” não teremos tempo para nos lembrarmos do bem e praticá-lo;
f) Lembremos que para o amor não existe o inimigo, mas o irmão desequilibrado;
g) E quem está desequilibrado está doente, passível de melhorar mais rápido com o bem, e não com o castigo;
h) Daí também a explicação do porque Deus não castiga —quem ama esquece, e quem esquece não precisa perdoar;
i) Somente precisamos perdoar quando temos dificuldade em amar.
b) É claro que devemos nos resguardar contra o engodo e a hipocrisia, contra a má intenção dos outros;
c) Mas sempre lembrando que estamos buscando a verdade dos fatos para nos protegermos, e nunca querendo retribuir o “mal”;
d) Lembrando também que o “mal”, mais do que perdoado, deve ser esquecido;
e) Pois enquanto estivermos nos lembrando do “mal” não teremos tempo para nos lembrarmos do bem e praticá-lo;
f) Lembremos que para o amor não existe o inimigo, mas o irmão desequilibrado;
g) E quem está desequilibrado está doente, passível de melhorar mais rápido com o bem, e não com o castigo;
h) Daí também a explicação do porque Deus não castiga —quem ama esquece, e quem esquece não precisa perdoar;
i) Somente precisamos perdoar quando temos dificuldade em amar.
a) Esquecer o mal e trabalhar pelo bem, eis a receita de Jesus;
b) Ir a Deus é o mesmo que senti-lo —e o ódio é uma bolha que nos isola do Pai;
c) E se o esquecimento do mal nos livra do ódio, será sempre a Caridade que nos levará ao bem.
b) Ir a Deus é o mesmo que senti-lo —e o ódio é uma bolha que nos isola do Pai;
c) E se o esquecimento do mal nos livra do ódio, será sempre a Caridade que nos levará ao bem.
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