segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Melhorar o padrão vibratório

       Em um momento no qual a humanidade vive uma grande transição planetária, com a Terra passando pelo processo que a tornará um mundo de regeneração e não mais um planeta de provas e expiações, todos devem buscar a melhora do padrão vibratório, nos diz a escritora e palestrante espírita mineira Suely Caldas Schubert, que, uma vez mais, esteve em Santos, no Jesus e a Caridade, na noite de 23 de julho último, para responder uma série de perguntas sobre a Doutrina Espírita.
            “O Consolador Prometido está entre nós. Trata-se do Espiritismo que nos mostra com toda a clareza o momento que atravessamos e o quanto é necessário melhorarmos nosso padrão vibratório, pois do contrário poderemos ser mais um a deixar de habitar esse planeta, reencarnando em mundos inferiores ou de provas e expiações, quando a transição terrena estiver completada”, afirma.
            Suely assinala que não basta ler um livro ou ouvir uma palestra. “É preciso pensar como espírita, agir como espírita. Com o entendimento vamos ser o trigo na separação do joio. É preciso ser do bem, fazer o bem”. A escritora coloca ainda que é necessário ter a bondade intrínseca. Para tal precisamos ser benevolentes, indulgentes e perdoar as ofensas. “A grande transição é justamente essa: ser bom”.
            Sobre a literatura espírita, que cresce a olhos vistos, ela assinala que o bom livro espírita precisa necessariamente estar embasado na Doutrina. Torna-se necessário que a pessoa, principalmente quando inicia no Espiritismo, buscar, através da informação obtida na casa espírita, o conhecimento que a leve a distinguir o que é verdadeiramente doutrinário, para não ser iludida por mistificadores ou autores anti-doutrinários.
            Segundo ela a mediunidade, particularmente, exige estudo, disciplina, pontualidade, entre outros requisitos. Torna-se necessário o conhecimento do Livro dos Médiuns, começando pelo prefácio do mesmo, onde o leitor passa a ter conhecimento do que será narrado.
            Na ação mediúnica, é importante controlar o espírito, mediante um controle vibratório, elevando-se o padrão vibratório. “É preciso para tal estudar, comparar e aprofundar-se, como diz o Livro dos Médiuns”.
            O Espiritismo nada proíbe, mas o bom senso aconselha que não se deva atuar mediunicamente em duas ou mais casas simultaneamente. Cada casa, a despeito de agir em concordância com a Doutrina, tem suas peculiaridades e particularidades, principalmente no que tange às reuniões mediúnicas.
            Diz Suely que a Doutrina Espírita não pode estar atrelada a preconceitos de maneira alguma. “Afinal, somos todos irmãos, filhos do mesmo pai e o processo reencarnatório deve e pode ser um indicativo de que já vivemos de muitas maneiras e formas de ser”.
            O Espiritismo lança luz sobre a problemática humana. “É necessário, portanto, vivenciá-lo no nosso dia a dia; em todos os instantes de nossa existência”, nos garante a escritora e palestrante mineira, que, uma vez mais, teve um enorme público em mais uma passagem por Santos.

sábado, 9 de agosto de 2014

Autismo

http://www.redeamigoespirita.com.br/group/artigosespiritas/forum/topic/show?id=2920723%3ATopic%3A1467168

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Sou Eu
 
Na gloriosa manhã daquele domingo, mulheres piedosas, que haviam observado que o corpo de Jesus, retirado às pressas da cruz, antes que se iniciasse o sábado judaico, não fora convenientemente preparado para o sepultamento, foram ao túmulo.
Desconheciam elas que fora montada guarda ostensiva, a pedido dos sacerdotes do Templo e a mando de Pilatos. E nem cogitavam como haveriam de remover a grande pedra que fechava a sepultura.
Simplesmente, dispuseram-se à tarefa e iniciaram a caminhada. No trajeto, Joana de Cusa, Salomé, mãe dos apóstolos Tiago e João, detiveram-se na cidade, para adquirirem aromas e faixas de linho, a fim de oferecer ao corpo do Mestre as dignas homenagens.
Maria Madalena foi à frente. Antes de vender seu palacete e dispensar seus servos, inclusive os perfumistas que tinha a seus serviços, separara essências preciosas, que com ela levara para a nova vida.
Agora, as trazia para o conveniente preparo do corpo do Mestre tão amado. Eram unguentos e perfumes, conforme exigia o costume.
Ao chegar ao local do sepultamento, ela observa a pedra removida, o sepulcro vazio. Sai a chorar, tentando entender o que poderia ter ocorrido: Alguém removera o corpo? Alguém o furtara? Para quê? E onde fora depositado?
Vendo um homem, de costas, imaginando ser o jardineiro, que cuidava das rosas silvestres e do local, o interroga: Para onde levaram o corpo do meu Senhor?
Ele se volta. Todo em luz, tangível e vivo. É Ele! É Jesus!
Ela se lança ao Seu encontro, de braços abertos. Deseja abraçá-lO e afogar naquele seio bendito a tristeza das últimas horas e a imensa saudade que lhe oprime o coração.
Ele a detém: Não me toques, ainda não fui para meu pai.
Radiante de felicidade, ela retorna à cidade para dar a notícia da ressurreição gloriosa.
Jesus vive! Eu O vi!
À exceção de Maria, mãe de Jesus, presente entre os discípulos, no cenáculo, os demais se mantêm incrédulos. Pedro e João se dirigem ao túmulo, a fim de constatarem da veracidade da notícia.
Haveriam de vê-lO e com Ele conversar os discípulos, a caminho de Emaús, saindo de Jerusalém.
E, nos dias que se seguiram, os Seus lhe receberam a visita, entre a surpresa e a admiração. Ele retornara do país da morte, vencendo a megera tão temida.
Morto, sepultado, ressurgido. E Sua identificação, qual O fizera no poço de Jacó, para a mulher samaritana, se repetiria em muitas ocasiões:
Sou eu.
Sou eu, Jesus de Nazaré, que foi erguido no madeiro da infâmia.
Sou eu, o Cristo, que representa a resposta do Pai aos filhos sofridos do planeta.
Sou eu, aquele que transformou a cruz do martírio em um hífen de luz, ligando o céu das benesses espirituais à Terra sofrida dos homens.
Sou eu, conforme expressara tantas vezes, em Seu messianato: Sou eu o Caminho, que leva ao pai. Sou eu a Verdade, que liberta e a Vida autêntica. A luz do mundo.
Eu sou o rei da vida, que venceu a morte. Eu sou o Senhor dos Espíritos. Ouvi-me. Sou eu.
Redação do Momento Espírita.
Em 4.8.2014.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Parte 1- Estrutura didática de "O Livro dos Espíritos"

Aconteceu....

Em 02 de agosto de 2014 aconteceu mais um encontro com as nossas especiais crianças. Estiveram conosco Yasmim,Ana Júlia, Danyla e Thaís.
Neste encontro alteramos nossa programação. Colocamos vários recursos espalhados pelo salão. A própria criança escolheu onde e como gostaria de brincar.Durante esse tempo também tivemos um grupo trabalhando cantigas de roda. Olha que a Yasmim não parou um segundo.Logo depois a Elzira, mães e equipe trabalharam com o método Braga, utilizando a toalha pintada no último encontro.No momento do lanche cantamos parabéns, pois esse trabalho completa três anos em seis de agosto. A Marileia levou belo e delicioso bolo.Todos apagaram a velinha. Cada trabalhador levou um guloseima. Fizemos a festa !