domingo, 17 de agosto de 2014

Fato ocorrido em 09 de agosto de 2014

As obras sociais do Grupo Espirita Tudo Por Jesus abre as portas da Casa de Apoio “Iracema Faleiro Ferraz” e tem como objetivo beneficiar as pessoas portadoras de câncer que encontrarão nesse ambiente um local para repouso e acolhimento durante seu tratamento. Os pacientes serão encaminhados pelo Centro Oncológico da Santa Casa de Misericórdia, conforme convenio acordado entre as duas instituições.
Estamos realizando encontros com os trabalhadores para uma oração. Hoje, dia 11 de agosto, conforme convite, reunimos com os trabalhadores que lá compareceram depois da reunião pública do Tudo Por Jesus. Quarta-feira, dia 13 de agosto, estaremos novamente, nos reunindo, após as nossas reuniões de estudos da Doutrina Espirita para mais um encontro de oração na Casa de Apoio. Para tanto, convidamos a todos os trabalhadores do Grupo Espírita que queiram estar conosco para agradecer e pedir a Deus ajuda nessa nova frente de trabalho de todos nós.
A Casa de Apoio está situada na Rua Engenheiro Gustavo Campos, 88, Matosinho, próximo a SESI.
Editado por José Ricardo, presidente do Grupo Espírita "Tudo por Jesus"

sábado, 16 de agosto de 2014

Sua missão

http://www.redeamigoespirita.com.br/video/video/show?id=2920723%3AVideo%3A1456918

Evangelho no Lar

Vai abaixo uma bela história do Chico Xavier que responde a pergunta.
Em meados de 1932, o "Centro Espírita Luiz Gonzaga" estava reduzido a um quadro de cinco pessoas, José Hermínio Perácio, D. Carmen Pena Perácio, José Xavier, D. Geni Pena Xavier e o Chico.
Os doentes e obsidiados surgiram sempre, mas, logo depois das primeiras melhoras, desapareciam como por encanto. Perácio e senhora, contudo, precisavam transferir-se para Belo Horizonte por impositivos da vida familiar.
O grupo ficou limitado a três companheiros. D. Geni, porém, a esposa de José Xavier, adoeceu e a casa passou a contar apenas com os dois irmãos.
José, no entanto, era seleiro e, naquela ocasião, foi procurado por um credor que lhe vendia couros, credor esse que insistia em receber-lhe os serviços noturnos, numa oficina de arreios, em forma de pagamento. Por isso, apesar de sua boa vontade, necessitava interromper a frequência ao grupo, pelo menos, por alguns meses.
Vendo-se sozinho, o Médium também quis ausentar-se.
Mas, na primeira noite, em que se achou a sós no centro, sem saber como agir, Emmanuel apareceu-lhe e disse:
- Você não pode afastar-se. Prossigamos em serviço.
- Continuar como? Não temos frequentadores...
- E nós? - disse o espírito amigo. - Nós também precisamos ouvir o Evangelho para reduzir nossos erros. E, além de nós, temos aqui numerosos desencarnados que precisam de esclarecimento e consolo. Abra a reunião na hora regulamentar, estudemos juntos a lição do Senhor, e não encerre a sessão antes de duas horas de trabalho.
Foi assim que, por muitos meses, de 1932 a 1934, o Chico abria o pequeno salão do Centro e fazia a prece de abertura, às oito da noite em ponto. Em seguida, abria o "Evangelho Segundo o Espiritismo", ao acaso e lia essa ou aquela instrução, comentando-a em voz alta.
Por essa ocasião, a vidência nele alcançou maior lucidez. Via e ouvia dezenas de almas desencarnadas e sofredoras que iam até o grupo, à procura de paz e refazimento. Escutava-lhes as perguntas e dava-lhes respostas sob a inspiração direta de Emmanuel.
Para os outros, no entanto, orava, conversava e gesticulava sozinho...
E essas reuniões de um Médium a sós com os desencarnados, no Centro, de portas iluminadas e abertas, se repetiam todas as noites de segundas e sextas-feiras.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Melhorar o padrão vibratório

       Em um momento no qual a humanidade vive uma grande transição planetária, com a Terra passando pelo processo que a tornará um mundo de regeneração e não mais um planeta de provas e expiações, todos devem buscar a melhora do padrão vibratório, nos diz a escritora e palestrante espírita mineira Suely Caldas Schubert, que, uma vez mais, esteve em Santos, no Jesus e a Caridade, na noite de 23 de julho último, para responder uma série de perguntas sobre a Doutrina Espírita.
            “O Consolador Prometido está entre nós. Trata-se do Espiritismo que nos mostra com toda a clareza o momento que atravessamos e o quanto é necessário melhorarmos nosso padrão vibratório, pois do contrário poderemos ser mais um a deixar de habitar esse planeta, reencarnando em mundos inferiores ou de provas e expiações, quando a transição terrena estiver completada”, afirma.
            Suely assinala que não basta ler um livro ou ouvir uma palestra. “É preciso pensar como espírita, agir como espírita. Com o entendimento vamos ser o trigo na separação do joio. É preciso ser do bem, fazer o bem”. A escritora coloca ainda que é necessário ter a bondade intrínseca. Para tal precisamos ser benevolentes, indulgentes e perdoar as ofensas. “A grande transição é justamente essa: ser bom”.
            Sobre a literatura espírita, que cresce a olhos vistos, ela assinala que o bom livro espírita precisa necessariamente estar embasado na Doutrina. Torna-se necessário que a pessoa, principalmente quando inicia no Espiritismo, buscar, através da informação obtida na casa espírita, o conhecimento que a leve a distinguir o que é verdadeiramente doutrinário, para não ser iludida por mistificadores ou autores anti-doutrinários.
            Segundo ela a mediunidade, particularmente, exige estudo, disciplina, pontualidade, entre outros requisitos. Torna-se necessário o conhecimento do Livro dos Médiuns, começando pelo prefácio do mesmo, onde o leitor passa a ter conhecimento do que será narrado.
            Na ação mediúnica, é importante controlar o espírito, mediante um controle vibratório, elevando-se o padrão vibratório. “É preciso para tal estudar, comparar e aprofundar-se, como diz o Livro dos Médiuns”.
            O Espiritismo nada proíbe, mas o bom senso aconselha que não se deva atuar mediunicamente em duas ou mais casas simultaneamente. Cada casa, a despeito de agir em concordância com a Doutrina, tem suas peculiaridades e particularidades, principalmente no que tange às reuniões mediúnicas.
            Diz Suely que a Doutrina Espírita não pode estar atrelada a preconceitos de maneira alguma. “Afinal, somos todos irmãos, filhos do mesmo pai e o processo reencarnatório deve e pode ser um indicativo de que já vivemos de muitas maneiras e formas de ser”.
            O Espiritismo lança luz sobre a problemática humana. “É necessário, portanto, vivenciá-lo no nosso dia a dia; em todos os instantes de nossa existência”, nos garante a escritora e palestrante mineira, que, uma vez mais, teve um enorme público em mais uma passagem por Santos.