sábado, 4 de janeiro de 2014

DE ÂNIMO FORTE

DE ÂNIMO FORTE
Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, amor e moderação.
II Timóteo, 1:7
Não faltam recursos de trabalho espiritual a todo irmão que deseje reerguer-se, aprimorar-se, elevar-se.
Lacunas e necessidades, problemas e obstáculos desafiam o espírito de serviço dos companheiros de fé, em toda parte.
A ignorância pede instrutores, a dor reclama enfermeiros, o desespero suplica orientadores.
Onde, porém, os que procuram abraçar o trabalho por amor de servir?
Com raras exceções, observamos, na maioria das vezes, a fuga, o pretexto, o retraimento.
Aqui, há temor de responsabilidade; ali, receios da crítica; acolá, pavor de iniciativa a benefício de todos.
Como poderá o artista fazer ouvir a beleza da melodia se lhe foge o instrumento?
Nesse caso, temos em Jesus o artista divino e em nós outros, encarnados e desencarnados, os instrumentos dEle para a eterna melodia do bem no mundo.
Se algemamos o coração ao medo de trabalhar em benefício coletivo, como encontrar serviço feito que tranquilize e ajude a nós mesmos? Como recolher felicidade que não semeamos ou amealhar dons de que nos afastamos suspeitosos?
Onde esteja a possibilidade de sermos úteis, avancemos, de ânimo forte, para frente, construindo o bem, ainda que defrontados pela ironia, pela frieza ou pela ingratidão, porque, conforme a palavra iluminada do apóstolo aos gentios, “Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, amor e moderação”.

Emmanuel
Produção: SER
Tecnico de Gravação: Júlio Corradi
Voz: Haroldo Dutra Dias
Música: Prece – João Cabete
Interprete: João Paulo Lanini – Violão
Finalização: Júlio Corradi
Organização: Natália Dantas
Revisão de textos: José Serrano
Livro: Vinha de luz
Capítulo: 31 – De ânimo forte
Versículo: II Timóteo, 1:7

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Notícias sobre Raul Teixeira

Notícias sobre Raul Teixeira
Por Marcos Alves.

No último dia 14/12/13, a SEF realizou seu tradicional encontro de fim de ano com os trabalhadores e suas famílias. Estiveram presentes cerca de 150 pessoas.

No início das festividades, assistimos a primorosa apresentação do Coral da SEF.
Raul Teixeira, como sempre ocorre, esteve presente e recebeu, como homenagem, um buquê de flores que lhe foi entregue por crianças da evangelização, filhos de companheiros da Casa.
Para surpresa de todos, foi lida e convertida em canção, belíssima mensagem recentemente recebida pelo médium, de autoria do espírito Guilherme March. Raul a obteve escrevendo com a mão esquerda, que ele vem, por recomendação médica, exercitando há longos meses, enquanto permanece a limitação da escrita pela destra.
Conferida a palavra, Raul expôs, emocionado, sua gratidão a todos e a Jesus, enfatizando a necessidade da família SEF manter sua união e intensificar o trabalho dentro da Seara do Cristo.
Naturalmente todos os presentes ficaram igualmente emocionados.
O encontro foi encerrado com o tradicional jantar.
 
 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O NATAL DO CRISTO

A Sabedoria da Vida situou o Natal de Jesus frente do Ano Novo, na memória da Humanidade, como que renovando as oportunidades do amor fraterno, diante dos nossos compromissos com o Tempo.
Projetam-se anualmente, sobre a Terra os mesmos raios excelsos da Estrela de Belém, clareando a estrada dos corações na esteira dos dias incessantes, convocando-nos a alma, em silêncio, à ascensão de todos os recursos para o bem supremo.
A recordação do Mestre desperta novas vibrações no sentimento da Cristandade.
Não mais o estábulo simples, mas nosso próprio espírito, em cujo íntimo o Senhor deseja fazer mais luz...
Santas alegrias nos procuram a alma, em todos os campos do idealismo evangélico
Natural o tom festivo das nossas manifestações de confiança renovada, entretanto, não podemos olvidar o trabalho renovador a que o Natal nos convida, cada ano, não obstante o pessimismo cristalizado de muitos companheiros, que desistiram temporariamente da comunhão fraternal.
E o ensejo de novas relações, acordando raciocínios enregelados com as notas harmoniosas do amor que o Mestre nos legou.
E a oportunidade de curar as nossas próprias fraquezas retificando atitudes menos felizes, ou de esquecer as faltas alheias para conosco, restabelecendo os elos da harmonia quebrada entre nós e os demais, em obediência à lição da desculpa espontânea, quantas vezes se fizerem necessárias.
É o passo definitivo para a descoberta de novas sementeiras de serviço edificante, através da visita aos irmãos mais sofredores do que nós mesmos e da aproximação com aqueles que se mostram inclinados à cooperação no progresso, a fim de praticarmos, mais intensivamente, o princípio do “amemo-nos uns aos outros”.
- Conforme a nossa atitude espiritual ante o Natal, assim aparece o Ano Novo à nossa vida.
- O aniversário de Jesus precede o natalício do Tempo.
- Com o Mestre, recebemos o Dia do Amor e da Concórdia.
- Com o tempo, encontramos o Dia da Fraternidade Universal.
- O primeiro renova a alegria.
- O segundo reforma a responsabilidade.
Comecemos oferecendo a Ele cinco minutos de pensamento e atividade e, a breve espaço, nosso espírito se achará convertido em altar vivo de sua infinita boa vontade para com as criaturas, nas bases da Sabedoria e do Amor.
Não nos esqueçamos.
Se Jesus não nascer e crescer, na manjedoura de nossa alma, em vão os Anos Novos se abrirão iluminados para nós.
EMMANUEL
(Do livro Fonte de Paz, Francisco Cândido Xavier)