segunda-feira, 20 de julho de 2015

Filho Especial

Filho especial
 
 
Durante o namoro eles faziam planos.
Queriam filhos, que seriam recebidos com amor e carinho.
Um ano após o casamento, chegou a filha. Linda, de olhos amendoados e bela cabeleira negra.
Com o tempo, Rosana percebeu que algo não estava bem. O desenvolvimento da criança não estava normal. Sempre muito quieta, não era atraída pelos objetos coloridos...
A pediatra sugeriu consulta com o oftalmologista, que constatou que o nervo ótico estava totalmente lesionado.
Exames neurológicos concluíram o diagnóstico: a menina era portadora de toxoplasmose. Jamais enxergaria, não falaria e nem se locomoveria normalmente...
Lágrimas, desespero, angústia. Depois... a aceitação, a submissão ao fato. E uma positiva tomada de atitude.
Certa feita, saíram em férias e foram passar o fim de semana em um hotel.
A menina parecia uma princesinha, ora no colo do pai, ora no da mãe.
À refeição, pacientemente, Rosana a alimentava, quando se aproximou uma senhora, parabenizando-a.
A mãe, continuando no seu trabalho paciente, não entendeu:
Agradeço a sua gentileza mas não sei o porquê desse cumprimento.
- Estou cumprimentando-a pela sua coragem em sair de casa com sua filha.
Rosana respondeu: Não entendo o que isso tenha de excepcional. É minha filha! Meu marido e eu vamos a todos os lugares com ela. Não creio que pudesse ser diferente.
A senhora, então, completou: Natural para o seu coração amadurecido. Tenho um sobrinho portador de pequeno distúrbio. Pois bem: desde o seu nascimento, jamais minha irmã permitiu que ele saísse de casa. Não permite sequer que chegue ao portão. Teme que alguém o veja.
E desde que lhe vimos a maneira como trata sua menina, minha irmã se emocionou tanto, que começou a chorar. Penso que esteja se dando conta de como deveria ter agido de forma diversa.
Rosana olhou para a outra mesa, e viu a senhora em lágrimas. Sensível, encerrou a conversa com a desconhecida com um conselho de mãe:
Por favor, diga à sua irmã que esses nossos filhos são escadas de luz, pelas quais subimos aos céus...
*   *   *
Receber nos braços um filho especial significa gozar da confiança da Divindade.
Não percamos essa oportunidade.
Um filho especial é um farol que Deus acende em uma família, propiciando o crescimento para a luz.
Não permaneçamos na indiferença.
Não esqueçamos que doente, com limitações, portador de disfunções, é apenas o corpo material, através do qual a alma se depura.
Respeitemos.
Auxiliando um portador de dificuldades a superar seus desafios, nos prestamos a grandes aprendizados.
Não estacionemos na ignorância.
Facilitar a vida de alguém com limitações, de qualquer natureza, representa abrir as portas da comunicação, do movimento, da oportunidade, da esperança.
Lembremos: não somos um corpo que possui um Espírito. Somos um Espírito que precisa de um corpo para viver na Terra.
Depois dessa prova, os que sofrem limitações poderão andar, ouvir, sorrir, cantar!
Deus é Pai de amor, de justiça e de luz!
Tenhamos sempre em mente esta verdade.
 
Redação do Momento Espírita.
Em 30.6.2016.
 
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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Evangelho no Lar

1. Escolha o dia de sua preferência. Sugerimos um dia de fácil memorização, por exemplo, segunda ou sexta-feira.2. Escolha um aposento silencioso e agradável da casa, de preferência a sala de jantar, e que esteja com os aparelhos eletro-eletrônicos desligados.3. Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho.4. Sentar-se à mesa sem alarde e sem barulho.5. Fazer a prece de abertura, a que toque mais fundamente o sentimento familiar. Pode ser uma prece pronta ou uma prece espontânea, o importante é, repetimos, o sentimento da fé e a confiança na Proteção Divina.6. Após, fazer uma leitura breve de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Comentar com palavras próprias o trecho lido. No início poderá existir certa timidez mas, com o correr do tempo, os comentários surgirão espontaneamente pois que os Espíritos amigos estarão auxiliando na compreensão dos textos selecionados.7. Os demais integrantes poderão tecer comentários também, caso o desejem, mesmo que estes levem a assuntos pessoais e/ou a diálogos, naturalmente que sempre pertinentes ao tema em foco. O Evangelho no Lar é antes de tudo uma reunião de Espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados a lembrar missas e demais cultos.8. Para incentivar a participação dos filhos ou demais membros, com exceção do pequeninos, é conveniente pedir que leiam mensagens espíritas, para reflexão do grupo. Incentivar também, com carinho, o comentário após a leitura. Sugerimos aqui os livros Fonte Viva e/ou Pão Nosso, de Emmanuel, Agenda Cristã e/ou Sinal Verde, de André Luiz.
9. Proferir a prece de encerramento e rogar, como exemplo, pela paz, harmonia, saúde e felicidade dos membros da reunião e de todos com os quais convivem. Desejando, rogar também pelos doentes, desamparados e infelizes da Terra. Por último, pedir a bênção de Deus para os familiares desencarnados, sem temor. A lembrança da prece alegra e pacifica os que partiram.10. É completamente desaconselhável qualquer manifestação mediúnica durante o Evangelho no Lar.11. Servir, após a prece de encerramento, a água fluidificada.12. Tempo: o necessário para a família. Sugerimos uma reunião de 15 a 30 minutos. Música: sim, se for do agrado de todos. Sugerimos música instrumental, em volume baixo.
Elaborado pelo Instituto André Luiz
Site Espírita André Luiz - www.institutoandreluiz.org/

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Encontro com as especiais crianças.

Próximo sábado ás quinze horas haverá encontro com as especiais crianças no Grupo Espírita "Tudo por Jesus".Iremos brincar muito! Brincar é coisa séria!